chore: reorganize para current/, rails 8.1, testes e readme
- move app para current/ (estrutura capistrano) - rails 7.2 → 8.1, ruby 3.2, sqlite3 2.x - adiciona primary_key Idinformativo no model - schema.rb completo com todas as tabelas - testes minitest: models (Tag, Informativo, Tema) e controllers - readme atualizado em pt-br com stack e instruções de desenvolvimento - gitignore exclui dump.sql, *.duckdb e sqlite3
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# Energia Atômica
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**3.816 artigos** | período 2001–2013 | abrangência: principalmente Internacional (58,6%), seguida por Nacional (33,8%) e Estadual (7,6%)
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A cobertura sobre energia atômica é majoritariamente internacional, refletindo a concentração das usinas nucleares no exterior e a natureza geopolítica do tema. O programa nuclear brasileiro ocupa, ainda assim, um terço do noticiário, com as usinas de Angra 1, 2 e 3 no centro do debate. A conclusão de Angra III — que ainda precisaria de R$ 7,2 bilhões — dividiu opiniões entre os que viam a energia nuclear como necessária à segurança energética e os que apontavam seus custos, riscos e a existência de alternativas renováveis mais baratas e seguras. A ministra Dilma Rousseff defendeu publicamente a energia nuclear para garantir o crescimento econômico, posicionamento que ganhou peso quando ela ascendeu à Presidência.
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Os acidentes nucleares constituem o fio mais dramático da cobertura. Chernobyl, ocorrido em 1986, continuou gerando notícias décadas depois, com o surgimento dos primeiros casos de câncer no Brasil decorrentes da contaminação transcontinental — um achado que sublinha a escala planetária dos riscos nucleares. O acidente de Fukushima, em 2011, provocado pelo terremoto e tsunami no Japão, reacendeu o debate global sobre segurança nuclear, com falhas que comprometeram a credibilidade da política nuclear japonesa e levaram países como a Alemanha a acelerar o abandono da fonte atômica.
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A proliferação nuclear e as tensões geopolíticas associadas receberam cobertura intensa. Os programas nucleares do Irã e da Coreia do Norte, assim como a rivalidade Índia-Paquistão, foram tratados como ameaças à estabilidade global. O fato de o Brasil ter capacidade técnica para produzir ogivas nucleares — embora constitucionalmente vedado — foi noticiado como elemento de análise do programa nuclear nacional. Os Estados Unidos, que consomem 32% da energia mundial, figuravam como potência nuclear estabelecida, enquanto a Austrália estudava a construção de sua primeira usina.
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Os resíduos radioativos e seu armazenamento de longo prazo emergem como problema sem solução definitiva em nenhum país, sendo descritos como "incômodo à Suécia" e a outras nações que operam usinas. O debate entre energia nuclear e renováveis perpassa a cobertura, com a eficiência energética sendo apresentada como alternativa frequentemente negligenciada. A França, o Japão e os EUA são os países cujas políticas nucleares receberam maior escrutínio, em um noticiário que oscila entre a confiança tecnológica e a consciência dos riscos catastróficos inerentes à fissão nuclear.
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### Títulos representativos
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- "Surgem os primeiros casos de câncer no Brasil decorrentes de Chernobyl"
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- "Dilma Rousseff defende energia nuclear para garantir crescimento"
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- "Angra 3 ainda precisará de R$ 7,2 bilhões"
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- "Resíduos nucleares são incômodo à Suécia"
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- "Falhas podem comprometer credibilidade da política nuclear no Japão"
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